Osho- Além das Fronteiras da Mente
"... A primeira coisa da qual a criança se torna consciente é o outro (consciencia refletida). É quando nasce o ego. A criança não sabe quer ela é, ela sabe o que os outros pensam a seu respeito.
Ego- reflexo, aquilo que os outros pensam.
Primeiro a mãe significa o mundo, depois outros se juntarão à mãe e o mundo irá crescendo e se tornando mais complexo.
O verdadeiro só pode ser conhecido através do falso, portanto o ego é necessário. Ele eh uma diciplina.
Tudo menos você é a sociedade. E todos refletem. Pouco a pouco todos vão adicionando algo a seu ego e tentarão modificá-lo, de tal forma, que você não se torne um problema para a sociedade.
Ensinam-lhe a moralidade. Moralidade significa dar lhe um ego que se adeque à sociedade.
É por isso que colocam os criminosos na prisão, não que ao colocá-los na prisão iremos melhorá-los, não. Eles simplesmente não se ajustam. Eles criam problemas.
Um homem mata alguém - ele eh um assassino
E o mesmo homem, durante a guerra, mata milhares - e torna-se um grande herói.
A sociedade não está preocupada com o homicídio, mas ele deve ser praticado para a sociedade, então está tudu bem.
A moralidade é uma politica social. É diplomacia. E toda criança deve ser educada de tal forma que se ajuste a sociedade.
A sociedade não está interessada no fato fe que você deveria chegar ao autoconhecimento.
A sociedade cria um ego porque ele pode ser controlado e manipulado. Não se pode controlar o Eu.
O ego está sempre à procura de alguém que o aprecie. Por isso vivemos continuamente pedindo atenção.
É dos outros que você obtém a idéia de quem você é. Eles modelam o seu "centro". Este "centro" pe falso, porque você CONTÉM o seu "centro" verdadeiro e este ninguém modela..."
terça-feira, 24 de junho de 2008
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Trabalho
Pessoas desperdiçam sonhos em vidas comuns. EU explico "comum": Algo limitado ao pensamento limitado.
Não digo que seguir regras e pensar no mundo como uma grande empresa seja descartável, mas exigir de alguém que este tenha que seguir um caminho o qual não escolheu, acredito, é um assalto mental, tanto quanto não dar a este opções para que possa escolher um caminho que lhe traga satisfação pessoal.
O trabalho não deve destruir sonhos, e sim ser o meio de se chegar até eles.
Se você trabalha nove horas por dia e ainda assim não consegue construir nem metade dos castelas imaginados desde criança, então você é uma pessoa comum. Para a grande empresa "mundo" isso é irrelevante. De uma forma geral nós somos uma repetição de erros, números que sobem e descem sem grande importância global. Nós ainda somos escravos.... mentalmente.
As leis encobrem as leis falhas e o povo acreditando ser livre, se deixa acorrentar pelas hipocrisias do sistema. Não falo de qualquer pessoa, claro, eu falo do povo.
Todos sabemos que a "justiça" não é igual pra todos.
Todos somos iguais de forma geral, temos dois braços, duas pernas, morremos das mesmas doenças e tomamos os mesmo remédios, o que nos torna Maria, José ou Joana, são as escolhas que fazemos, então quando nos impedem de fazer nossas próprias escolhas e nos privam do que é nosso por direito, como a base para sermos o que quisermos na vida e sermos os melhor (e muitas vezes o melhor eh apenas se sentir merecedor do que tem), eles apagam nossa identidade e passamos a ser Um, Dez ou Cem.
Ser ou não ser uma pessoa comum muitas vezes também é uma escolha, mas com o incentivo que existe para a manipulação mental é uma praga que se espalha boca a boca quando alguém frustrado com a vida diz a um outro (já escravizado pelo sistema) o quanto gostaria de largar o emprego de motoboy para investir no sonho de ser jogador de basquete e como resposta obtém um mais do que comum: "Isso é normal, mas todos nós precisamos trabalhar para sobreviver.
(como se jogar basquete não fosse trabalhar)
Então eu me pergunto: Nós descemos até aqui e vivemos tudo o que vivemos por sobrevivência?
Eu espero mais da vida!
Não digo que seguir regras e pensar no mundo como uma grande empresa seja descartável, mas exigir de alguém que este tenha que seguir um caminho o qual não escolheu, acredito, é um assalto mental, tanto quanto não dar a este opções para que possa escolher um caminho que lhe traga satisfação pessoal.
O trabalho não deve destruir sonhos, e sim ser o meio de se chegar até eles.
Se você trabalha nove horas por dia e ainda assim não consegue construir nem metade dos castelas imaginados desde criança, então você é uma pessoa comum. Para a grande empresa "mundo" isso é irrelevante. De uma forma geral nós somos uma repetição de erros, números que sobem e descem sem grande importância global. Nós ainda somos escravos.... mentalmente.
As leis encobrem as leis falhas e o povo acreditando ser livre, se deixa acorrentar pelas hipocrisias do sistema. Não falo de qualquer pessoa, claro, eu falo do povo.
Todos sabemos que a "justiça" não é igual pra todos.
Todos somos iguais de forma geral, temos dois braços, duas pernas, morremos das mesmas doenças e tomamos os mesmo remédios, o que nos torna Maria, José ou Joana, são as escolhas que fazemos, então quando nos impedem de fazer nossas próprias escolhas e nos privam do que é nosso por direito, como a base para sermos o que quisermos na vida e sermos os melhor (e muitas vezes o melhor eh apenas se sentir merecedor do que tem), eles apagam nossa identidade e passamos a ser Um, Dez ou Cem.
Ser ou não ser uma pessoa comum muitas vezes também é uma escolha, mas com o incentivo que existe para a manipulação mental é uma praga que se espalha boca a boca quando alguém frustrado com a vida diz a um outro (já escravizado pelo sistema) o quanto gostaria de largar o emprego de motoboy para investir no sonho de ser jogador de basquete e como resposta obtém um mais do que comum: "Isso é normal, mas todos nós precisamos trabalhar para sobreviver.
(como se jogar basquete não fosse trabalhar)
Então eu me pergunto: Nós descemos até aqui e vivemos tudo o que vivemos por sobrevivência?
Eu espero mais da vida!
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Talvez...
Talvez se eu tivesse mentido, não tivesse sofrido, mas ao menos essa vergonha não carrego comigo.
E por mais quer eu quizesse esquecer minha ecência, meu espírito rebelde, minha verdade, minha decência, eu sería condenada pela minha consciência e não haverpa mais facínio na minha diferença.
E por mais que ainda doa o que minha verdade causou, quando me olho no espelho tenho orgulho do que sou. Porque todas as minhas ecolhas eu fiz de coração e ainda que nem sempre me faça feliz, o que vale é a intenção. O que vale é que meu relógio não atrasa a viajem do alheio e por mais que atrasem a minha, por mais que sabotem meu freio, me seguro no que creio e chego até o fim.
Peace!♥
E por mais quer eu quizesse esquecer minha ecência, meu espírito rebelde, minha verdade, minha decência, eu sería condenada pela minha consciência e não haverpa mais facínio na minha diferença.
E por mais que ainda doa o que minha verdade causou, quando me olho no espelho tenho orgulho do que sou. Porque todas as minhas ecolhas eu fiz de coração e ainda que nem sempre me faça feliz, o que vale é a intenção. O que vale é que meu relógio não atrasa a viajem do alheio e por mais que atrasem a minha, por mais que sabotem meu freio, me seguro no que creio e chego até o fim.
Peace!♥
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