Pessoas desperdiçam sonhos em vidas comuns. EU explico "comum": Algo limitado ao pensamento limitado.
Não digo que seguir regras e pensar no mundo como uma grande empresa seja descartável, mas exigir de alguém que este tenha que seguir um caminho o qual não escolheu, acredito, é um assalto mental, tanto quanto não dar a este opções para que possa escolher um caminho que lhe traga satisfação pessoal.
O trabalho não deve destruir sonhos, e sim ser o meio de se chegar até eles.
Se você trabalha nove horas por dia e ainda assim não consegue construir nem metade dos castelas imaginados desde criança, então você é uma pessoa comum. Para a grande empresa "mundo" isso é irrelevante. De uma forma geral nós somos uma repetição de erros, números que sobem e descem sem grande importância global. Nós ainda somos escravos.... mentalmente.
As leis encobrem as leis falhas e o povo acreditando ser livre, se deixa acorrentar pelas hipocrisias do sistema. Não falo de qualquer pessoa, claro, eu falo do povo.
Todos sabemos que a "justiça" não é igual pra todos.
Todos somos iguais de forma geral, temos dois braços, duas pernas, morremos das mesmas doenças e tomamos os mesmo remédios, o que nos torna Maria, José ou Joana, são as escolhas que fazemos, então quando nos impedem de fazer nossas próprias escolhas e nos privam do que é nosso por direito, como a base para sermos o que quisermos na vida e sermos os melhor (e muitas vezes o melhor eh apenas se sentir merecedor do que tem), eles apagam nossa identidade e passamos a ser Um, Dez ou Cem.
Ser ou não ser uma pessoa comum muitas vezes também é uma escolha, mas com o incentivo que existe para a manipulação mental é uma praga que se espalha boca a boca quando alguém frustrado com a vida diz a um outro (já escravizado pelo sistema) o quanto gostaria de largar o emprego de motoboy para investir no sonho de ser jogador de basquete e como resposta obtém um mais do que comum: "Isso é normal, mas todos nós precisamos trabalhar para sobreviver.
(como se jogar basquete não fosse trabalhar)
Então eu me pergunto: Nós descemos até aqui e vivemos tudo o que vivemos por sobrevivência?
Eu espero mais da vida!
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